
Oito meses após o atropelamento de seu único filho, Becca e Howie procuram viver a vida da melhor maneira possível, com cada um lidando com a dor e a saudade à sua maneira. Howie gosta de frequentar um grupo de apoio formado por pais na mesma situação, mas Becca não. Ele procura afeto, que a esposa não consegue dar e, para suprir sua perda, ainda mantém a cadeira do filho no carro e sempre revê o último filme do filho em seu celular. Ela prefere se isolar e se livrar dos desenhos presos na geladeira, das roupas e até mesmo da casa, para evitar reviver o filho em cada cômodo.